maio 06, 2026

Casal de Arquitetos Reinventa Bangalô e Quintal

Bom dia!

Essa casa em Austin, assinada pelo escritório Side Angle Side, mostra como um lar pode evoluir com o tempo. O projeto começou com um bangalô de 1939, com uma planta em formato de “H” que já favorecia a entrada de luz e a criação de pequenos pátios internos. Esse diálogo natural entre interior e exterior foi o ponto de partida para todas as decisões ao longo dos anos.

A reforma não aconteceu de uma só vez. Ela foi sendo feita aos poucos, acompanhando as necessidades da família. O que começou com pequenas melhorias se transformou, com o tempo, em uma ampliação mais completa, incluindo novos ambientes e ajustes estruturais. Ainda assim, houve um cuidado constante em manter a sua originalidade, reaproveitando elementos antigos e conferindo uma sensação de continuidade.

Nos interiores, a escolha por uma paleta mais contida e poucos materiais repetidos traz uma unidade elegante aos espaços. A madeira reaproveitada aquece os ambientes, enquanto o uso do branco amplia a luminosidade e cria uma atmosfera leve. Com isso, os objetos, as plantas e as peças do dia a dia ganham destaque.

O jardim acompanha essa mesma intenção. Após a finalização da casa, o espaço externo foi redesenhado para incentivar a vida ao ar livre. Um pavilhão de jantar conectado à cozinha é um convite para momentos mais longos do lado de fora, enquanto o terreno inclinado foi organizado em níveis, criando terraços que conduzem até a piscina de forma natural.

O paisagismo valoriza espécies adaptadas ao clima local, criando um jardim mais livre e cheio de vida. As plantas atraem pássaros, abelhas e borboletas, trazendo movimento e tornando o quintal um espaço dinâmico, sempre em mudança.

Inspiradora, principalmente o quintal delicioso. Até a próxima!



























































Ante e Depois
































Via: https://www.gardenista.com/ - https://www.domino.com/








maio 05, 2026

Qual Cor Usar na Ilha da Cozinha?

Bom dia!

A cor da ilha da cozinha deixou de ser apenas um detalhe e passou a ter um papel importante na composição do ambiente. Ela pode funcionar como ponto de destaque ou se integrar ao restante da marcenaria, criando uma atmosfera mais contínua e equilibrada.

Entre as escolhas mais comuns, aparecem tons de verde, azul, bordô, amarelo, branco e também a madeira natural. Cada um deles traz uma sensação diferente. O verde aproxima a cozinha de um clima mais acolhedor e ligado à natureza, enquanto o azul transmite elegância e tranquilidade. O bordô adiciona profundidade e um toque mais sofisticado, já o amarelo ilumina e traz leveza. O branco continua sendo uma opção clássica, especialmente em espaços menores, pois amplia a sensação de espaço, e a madeira reforça um estilo mais rústico e atemporal.

Um ponto interessante é decidir se a ilha deve seguir a mesma cor dos armários ou se destacar. Em cozinhas maiores, apostar em uma cor diferente ajuda a valorizar a ilha como protagonista. Já em espaços menores, manter a mesma paleta contribui para uma leitura mais uniforme do ambiente.

Também é importante considerar a iluminação e os materiais ao redor, como pedras e acabamentos, que influenciam bastante no resultado final. Tons mais naturais e equilibrados costumam atravessar o tempo com mais facilidade, sem cansar o olhar.

A ilha da cozinha é uma oportunidade de imprimir personalidade, seja com uma cor marcante ou com uma escolha mais discreta, sempre buscando harmonia com o restante da casa.

Até a próxima!
































































































Via: https://www.homesandgardens.com/





maio 04, 2026

Um Farmhouse com Alma Europeia

Bom dia!

Esse farmhouse no sul dos Estados Unidos parece uma construção antiga, herdada de geração em geração, mas essa é apenas a sensação proposital. Inspirada no estilo do sul da Europa e projetada por Anisa Darnell, da Truth & Co. Interior Design, esta casa de campo moderna foi criada para uma família grande, que desejava um lar que fosse ao mesmo tempo bonito e funcional.

A designer conta que o ponto de partida foi simples e essencial: criar uma casa bonita, mas que funcionasse perfeitamente no dia a dia. “Queríamos algo lindo, mas muito funcional para uma família ativa”, ela explica. A partir disso, cada escolha foi guiada pela paisagem ao redor, trazendo para dentro de casa elementos naturais, como vigas de madeira, pisos em carvalho e lareiras de pedra.

As vigas reaproveitadas, selecionadas uma a uma, e as pedras talhadas manualmente dão a sensação de que tudo sempre esteve ali. “Buscamos um acabamento que parecesse encontrado na própria propriedade”, diz a designer, reforçando essa intenção de pertencimento ao terreno.

A inspiração europeia aparece nos materiais, nas texturas e na paleta neutra, criando profundidade sem pesar.

Ao mesmo tempo, o projeto não abre mão do conforto contemporâneo. Os espaços foram pensados para acompanhar a rotina da família, com áreas amplas, acolhedoras e integradas. “A casa foi projetada para ter uma vista deslumbrante; para onde quer que se olhe, há colinas onduladas e belas fileiras de árvores. Chegamos até a demarcar o terreno com o proprietário e o construtor para entender como seria a vista panorâmica antes mesmo de a construção começar.”

Um dos grandes destaques da casa é o amplo espaço de convivência ao ar livre, incluindo uma piscina com vista deslumbrante para a mata ao redor.

A designer Anisa Darnell compartilha como mantém uma casa branca e neutra visualmente interessante: “Texturas!”. O design cria interesse visual por meio de camadas e diferentes materiais. 

Linda nos detalhes, acompanhe e ótima semana!



























































































































Via: https://americanfarmhousestyle.com






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