Bom dia!
Uma casinha vermelha entre árvores, flores e campos. É nesse cenário de Kinnekulle, na Suécia, que a produtora de decoração Anna Furbacken e seu companheiro, Tobias, aproveitam a vida no campo.
A casa, construída por volta de 1900, foi sendo arrumada aos poucos. A cozinha ganhou armários feitos por um marceneiro local e bancada de pedra da região. Nas paredes, louças antigas e cestos deixam os objetos de uso diário à vista.
Madeira, tecidos naturais e cores neutras acompanham os ambientes. As flores que Anna cultiva no jardim entram na decoração, trazendo cor sem pedir licença! Gostei especialmente da prateleira de pratos, uma ideia simples e muito graciosa!
Do lado de fora, os lugares para sentar surgiram onde a família gostava de ficar. Há canteiros de flores, horta e espaço para receber os amigos. Conforme a vida acontecia a casa de Anna e Tobias foi ganhando forma e beleza.
outubro 29, 2026
outubro 28, 2026
Garden Light: Quando a Luz Revela o Jardim
Bom dia!
Quando chega a hora de planejar um jardim com paisagismo e iluminação, surge uma dúvida muito comum: vale mais a pena investir em instalação elétrica para pontos de luz bem definidos, ou apostar nas luminárias solares, práticas e fáceis de instalar?
A resposta não é única, mas entender o efeito que cada escolha proporciona muda completamente o resultado do jardim.
Em um projeto mais elaborado, como um jardim de inspiração europeia, com buxinhos bem desenhados, hortênsias brancas e volumes organizados, a iluminação faz parte do cenário tanto quanto as plantas. Nesse caso, a instalação elétrica se destaca. Ela permite criar focos precisos, valorizar o tronco de uma árvore maior, destacar a fachada e dar profundidade ao espaço. A luz é constante, não depende do clima e mantém o jardim bonito todas as noites.
É esse tipo de iluminação que cria um jardim espetacular ao anoitecer, revelando texturas, sombras e caminhos.
Por outro lado, as luminárias solares têm seu encanto. São práticas, não exigem obra e funcionam muito bem como complemento. Em caminhos, entre canteiros ou próximos a pequenos arbustos, criam pontos de luz mais discretos, quase como pequenas estrelas no jardim. Em propostas mais simples ou em áreas menores, podem funcionar sozinhas, mas em projetos maiores tendem a ficar limitadas, tanto na intensidade quanto na durabilidade ao longo da noite, especialmente em dias nublados.
Por isso, quando o objetivo é um jardim bem resolvido, o melhor caminho costuma ser unir os dois. A base do projeto com iluminação elétrica, destacando os pontos principais, e as luminárias solares entrando como detalhe, preenchendo espaços e trazendo leveza ao conjunto.
O que realmente faz diferença é o equilíbrio. Um jardim bem iluminado não é aquele que tem mais luz, mas aquele em que cada ponto foi pensado para valorizar o todo. E quando isso acontece, a casa ganha vida também à noite, com uma presença que encanta logo na chegada.
Até a próxima!
Via: House & Garden, Homes & Gardens e Country Living.
Quando chega a hora de planejar um jardim com paisagismo e iluminação, surge uma dúvida muito comum: vale mais a pena investir em instalação elétrica para pontos de luz bem definidos, ou apostar nas luminárias solares, práticas e fáceis de instalar?
A resposta não é única, mas entender o efeito que cada escolha proporciona muda completamente o resultado do jardim.
Em um projeto mais elaborado, como um jardim de inspiração europeia, com buxinhos bem desenhados, hortênsias brancas e volumes organizados, a iluminação faz parte do cenário tanto quanto as plantas. Nesse caso, a instalação elétrica se destaca. Ela permite criar focos precisos, valorizar o tronco de uma árvore maior, destacar a fachada e dar profundidade ao espaço. A luz é constante, não depende do clima e mantém o jardim bonito todas as noites.
É esse tipo de iluminação que cria um jardim espetacular ao anoitecer, revelando texturas, sombras e caminhos.
Por outro lado, as luminárias solares têm seu encanto. São práticas, não exigem obra e funcionam muito bem como complemento. Em caminhos, entre canteiros ou próximos a pequenos arbustos, criam pontos de luz mais discretos, quase como pequenas estrelas no jardim. Em propostas mais simples ou em áreas menores, podem funcionar sozinhas, mas em projetos maiores tendem a ficar limitadas, tanto na intensidade quanto na durabilidade ao longo da noite, especialmente em dias nublados.
Por isso, quando o objetivo é um jardim bem resolvido, o melhor caminho costuma ser unir os dois. A base do projeto com iluminação elétrica, destacando os pontos principais, e as luminárias solares entrando como detalhe, preenchendo espaços e trazendo leveza ao conjunto.
O que realmente faz diferença é o equilíbrio. Um jardim bem iluminado não é aquele que tem mais luz, mas aquele em que cada ponto foi pensado para valorizar o todo. E quando isso acontece, a casa ganha vida também à noite, com uma presença que encanta logo na chegada.
Até a próxima!
Via: House & Garden, Homes & Gardens e Country Living.
Marcadores:
Áreas Externas,
Jardins
outubro 27, 2026
O Jardim Sueco de Lina
Bom dia!
Uma estufa de vidro, galinhas passeando e uma mesa para refeições ao ar livre... Dá vontade de passar o dia por aqui!
Esse jardim em Ytterjärna, na Suécia, foi criado pela paisagista Lina Sundberg e seu marido, Johan. O terreno inclinado ganhou diferentes níveis, com caminhos e canteiros que aproximam a casa da paisagem.
Lina prefere valorizar as folhagens e o movimento das gramíneas. Madeira, concreto e aço corten acompanham o verde, enquanto a piscina de revestimento escuro lembra um pequeno lago. A estufa, desenhada por ela, reúne cultivos e um antigo fogão a lenha recuperado.
Também há pergolado, espreguiçadeiras e forno de pizza. Muito interessante a ideia dos cantos pelo jardim, deixando um motivo para aproveitar cada parte dele. Mesmo num quintal menor, uma mesa entre os vasos já pode mudar a rotina!
A reportagem foi publicada em 2025, quando a família se preparava para deixar a propriedade. Ficaram estes belos registros de um jardim planejado para ser aproveitado por completo.
Vamos passear por ele? Um ótimo dia e até logo!
Uma estufa de vidro, galinhas passeando e uma mesa para refeições ao ar livre... Dá vontade de passar o dia por aqui!
Esse jardim em Ytterjärna, na Suécia, foi criado pela paisagista Lina Sundberg e seu marido, Johan. O terreno inclinado ganhou diferentes níveis, com caminhos e canteiros que aproximam a casa da paisagem.
Lina prefere valorizar as folhagens e o movimento das gramíneas. Madeira, concreto e aço corten acompanham o verde, enquanto a piscina de revestimento escuro lembra um pequeno lago. A estufa, desenhada por ela, reúne cultivos e um antigo fogão a lenha recuperado.
Também há pergolado, espreguiçadeiras e forno de pizza. Muito interessante a ideia dos cantos pelo jardim, deixando um motivo para aproveitar cada parte dele. Mesmo num quintal menor, uma mesa entre os vasos já pode mudar a rotina!
A reportagem foi publicada em 2025, quando a família se preparava para deixar a propriedade. Ficaram estes belos registros de um jardim planejado para ser aproveitado por completo.
Vamos passear por ele? Um ótimo dia e até logo!
Via: Residence Magazine
Fotografia: Helena Nord
Produção: Pella Hedeby
Marcadores:
Jardins,
Paisagismo
outubro 26, 2026
Cozinhas com Jeito de Casa
Bom dia!
Já ouviu falar de soft kitchens? Confesso que não conhecia esse termo! Em tradução livre, são “cozinhas suaves”, feitas para acolher a rotina e trazer para esse ambiente o conforto que costumamos associar à sala, deixando de lado o visual muito técnico, frio ou industrial.
Madeira, cores neutras, cortininhas, tapetes e luz difusa dividem espaço com armários antigos, mesas de refeição e louças à vista. As texturas e os objetos escolhidos aos poucos deixam o ambiente com um jeito gostoso de casa, não de uma vitrine. São peças do dia a dia que fazem parte da decoração.
Nas imagens de hoje, veja que lindo: um banco junto à janela, uma toalha listrada, a coleção de cerâmicas ou uma pequena luminária. São ideias que podem encontrar lugar também nas nossas cozinhas, cada uma à sua maneira.
Já ouviu falar de soft kitchens? Confesso que não conhecia esse termo! Em tradução livre, são “cozinhas suaves”, feitas para acolher a rotina e trazer para esse ambiente o conforto que costumamos associar à sala, deixando de lado o visual muito técnico, frio ou industrial.
Madeira, cores neutras, cortininhas, tapetes e luz difusa dividem espaço com armários antigos, mesas de refeição e louças à vista. As texturas e os objetos escolhidos aos poucos deixam o ambiente com um jeito gostoso de casa, não de uma vitrine. São peças do dia a dia que fazem parte da decoração.
Nas imagens de hoje, veja que lindo: um banco junto à janela, uma toalha listrada, a coleção de cerâmicas ou uma pequena luminária. São ideias que podem encontrar lugar também nas nossas cozinhas, cada uma à sua maneira.
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