Escondida em meio a um jardim de flores silvestres na costa de Hampshire, esta pequena casa de jardineiro do século XIX ganhou uma nova vida pelas mãos do designer inglês Max Rollitt.
A proposta partiu de uma ideia muito delicada: fazer com que a casa refletisse o jardim ao redor. A proprietária, apaixonada por plantas, inspirou cada escolha, e isso aparece em tecidos florais, papéis de parede e detalhes cheios de vida.
Logo na entrada, cortinas com estampas generosas de flores criam um primeiro impacto acolhedor. Nos quartos, os papéis de parede seguem a mesma narrativa botânica. Há uma continuidade visual que conecta cada ambiente ao exterior, como se o jardim atravessasse as paredes.
O mobiliário é outro ponto encantador. Peças antigas convivem com criações feitas sob medida, muitas delas do próprio Max. Essa mistura dá profundidade ao espaço e evita qualquer sensação de cenário montado. Cada objeto parece ter uma história, trazendo uma autenticidade rara.
Na cozinha e no corredor, o piso e a marcenaria tradicional reforçam o caráter histórico da casa, enquanto escolhas inesperadas, como o uso de cortiça no piso do banheiro, acrescentam conforto e atualidade. É esse equilíbrio entre passado e presente que torna o projeto tão especial.
As cores seguem uma paleta terrosa e quente, criando uma atmosfera confortável e envolvente. Tons que variam entre o marrom, o vermelho e amarelos luminosos aparecem ao longo dos ambientes.
Essa sobreposição de camadas é um dos pilares do trabalho de Max, que desenvolveu a arte de criar interiores com aparência natural, sensíveis, vividos e espontâneos, dando a impressão de que tudo surgiu ao longo do tempo. Há uma intenção clara de alcançar esse equilíbrio, onde texturas, tecidos e objetos se combinam de maneira intuitiva. Grande parte do resultado também nasce das extensas coleções pessoais da proprietária, que enriquecem ainda mais cada ambiente.
Uma profusão de detalhes que torna essa casa de hóspedes ainda mais charmosa.
Até a próxima!
Via: https://www.houseandgarden.co.uk
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